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Vigilância contra a dengue não diminui mesmo no inverno, alerta Secretaria da Saúde

por Alice Corrêa

Durante todo o ano ocorrem campanhas e ações para combater o mosquito transmissor da doença.

Foto: Rafael da Silva Carvalho/Divulgação

Mesmo durante o inverno rigoroso, a vigilância contra a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, continua em Caxias do Sul. Apesar de o aumento significativo de focos ser mais comum no verão, a Vigilância Ambiental em Saúde realiza um trabalho constante ao longo de todo o ano. De janeiro a junho de 2024, foram realizadas 65.323 visitas em imóveis na cidade, e essa operação segue intensamente em julho. A SMS reforça o apelo para que a população mantenha-se atenta e elimine possíveis criadouros de água parada em suas residências e locais de trabalho.

Rogério Poletto, diretor técnico da Vigilância Ambiental em Saúde, explica que o ciclo reprodutivo do mosquito da dengue é afetado pelo frio, mas os ovos podem resistir por até 450 dias. Quando as condições climáticas se tornam favoráveis novamente, como o aumento da temperatura e a presença de água nos recipientes, os ovos podem eclodir. Poletto enfatiza a importância da colaboração da população no combate ao mosquito: "Mesmo no inverno, é fundamental que cada cidadão siga as recomendações básicas para eliminar potenciais criadouros, como manter piscinas tratadas, telar ralos, guardar objetos secos em locais cobertos, recolher lixo que possa acumular água, tampar caixas d’água, verificar calhas e eliminar pneus inservíveis".

Em 2024, já foram identificados e eliminados 805 focos do mosquito Aedes aegypti, resultado das frequentes inspeções domiciliares e monitoramentos em pontos estratégicos como floriculturas, ferros-velhos e cemitérios, realizados quinzenalmente. Além disso, foram confirmados 257 casos de dengue até o momento.

A SMS destaca algumas orientações essenciais para prevenir a proliferação do mosquito da dengue:

  • Limpar semanalmente o recipiente de água dos animais domésticos com escovação;
  • Recolher o lixo do pátio e colocá-lo ensacado para coleta;
  • Armazenar pneus inservíveis em locais secos ou encaminhá-los à Central de Armazenamento de Pneus Inservíveis (Capi) da Codeca;
  • Tampar caixas d’água e colocar telas milimétricas em reservatórios descobertos de água da chuva;
  • Limpar calhas periodicamente;
  • Lavar e escovar piscinas plásticas semanalmente, trocando a água;
  • Eliminar pratinhos das plantas que possam acumular água.

Essas medidas simples são fundamentais para reduzir a infestação do Aedes aegypti e contribuir para a saúde coletiva da cidade.

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