Lagoa Vermelha solicita ações ao Dnit referentes a BR 470
As reivindicações foram apresentadas durante encontro da Frente Parlamentar em Defesa da BR 470 em Bento Gonçalves
A Frente Parlamentar da Assembleia Legislativa em Defesa da BR 470, reuniu na segunda-feira (7), em Bento Gonçalves, autoridades como prefeitos dos municípios da região, vereadores de casas legislativas da serra e o superintendente do Dnit, Hiratan Pinheiro da Silva.
Na ocasião o deputado federal Giovani Cherini, apresentou o plano de início do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental da rodovia.
Já o deputado estadual Ronaldo Santini, considerou a reunião uma iniciativa fundamental para dar início nas obras de grande porte da 470. “Quando pedimos a federação, fomos muito criticados dizendo que estávamos transferindo responsabilidades pra depois dificultar o acesso aos recursos. O que demonstramos a pouco mais de seis meses foi o contrário, com a fiscalização tínhamos zero acidentes fatais na rodovia”, afirma Santini.
O Deputado Estadual, Gilmar Sossella que coordenou a Frente Parlamentar, afirma que a condição das rodovias está altamente complicada com buracos que se verifica no caminho. “Ficou só um compromisso porque a estrada é federal, mas ao passar pro governo federal, o estado ficou responsável por fazer a conservação deste trecho de 70 km”, salienta.
O secretário da Saúde de Lagoa Vermelha, Domingos Francescato representou o prefeito Getulio Cerioli. Acompanhado de uma das lideranças comunitárias, o presidente do Sintracom Ariovaldo da Silva, Francescato aproveitou a oportunidade para solicitar uma atenção especial do Dnit em relação à urgente necessidade de projetar e executar o desvio do acesso à BR 470, hoje realizado via rua Buarque de Macedo, o que provoca grande risco de acidentes aos pedestres. Além disso, o objetivo é que o acesso definitivo à BR 470 seja projetado de forma a integrar-se ao projeto em análise atualmente no Dnit, que prevê a adequação da travessia urbana da BR 285.
“São problemas que afetam diretamente a vida dos moradores que residem às margens da BR 470 no perímetro urbano. Sem essas alterações, eles não conseguem por exemplo, legalizar licenciamentos de seus terrenos e nem contratar financiamentos bancários” destaca Francescato.
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